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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Conversas na cozinha...


Nos prendemos muito a ideia de que o amor se constroi em palavras, mas ele se constroi em gestos, atitudes, e ações.

Amar é muito relativo, 'amamos' uma pessoa durante anos e de uma hora para outra descobrimos que somos infelizes. Descobrimos que o dia-a-dia se tornou chato, repetitivo. Descobrimos que existem pessoas mais interessantes que aquela que juramos amor eterno.


Afinal, o que querem os homens e mulheres?
A sorte de um amor tranquilo?
Ou a euforia de um romance avassalador?


Eu era uma pessoa que acreditava piamente na existencia de um amor verdadeiro, mas hoje em dia tenho minhas dúvidas. Com o passar do tempo e com o convivio de diversas pessoas, vemos que esse sentimento que move, cega, surda e cala o mundo não passar de simples fantasia.

Atualmente se ama para não estar sozinho, se ama para ter alguem para abraçar nas horas tristes, se ama para encontrar alguem que aceite seus defeitos, suas manias. Amamos para passar o tempo, para não viver no tédio. Amamos porque o outro foi fiel, foi o único que a ouviu, a aconselhou, a compreendeu. Isso é amizade que pode estar no amor, mas não é amor.


O amor vai além da compaixão, da amizade, do companherismo, das palavras, das ações, do carinhos, da atenção. Ame uma pessoa natural, não ame aquele que vc deseja amar, so amamos quem não escolhemos, ame aquele que veio para voce, que o destino te trouxe.

Como diz meu mestre Cazuza: O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo.

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